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Luciano Larrossa fala sobre Facebook para Negócios na Convenção da franquia home based

Luciano Larrossa fala sobre Facebook para Negócios na Convenção da franquia home based

Especialista salienta a membros da franquia home based a importância de investir corretamente nas mídias sociais

Facebook para Negócios foi o tema que abriu o segundo dia de palestras da 6ª Convenção Anual da franquia home based Guia-se Negócios pela Internet. O tema foi apresentado pelo especialista Luciano Larrossa aos membros da microfranquia, empreendedores e também a profissionais liberais. O evento, que marcou o encontro Onda Azul Guia-2018, reuniu os profissionais em Indaiatuba, entre 4 e 5 de outubro.

Larrossa iniciou a palestra alertando os presentes sobre a necessidade de fazer anúncios tanto no Facebook quando no Instagram. A ideia foi mostrar o processo que ele faz com os próprios clientes, para que os franqueados também possam aplicar o conhecimento junto aos seus. Na ocasião, ele contou que quando começou a atuar no segmento em 2010, os posts alcançavam até 70% dos fãs de forma orgânica. Mas, atualmente, se não tiver um investimento em dinheiro, dificilmente o Facebook atingirá esta porcentagem novamente em um post. O mesmo deve acontecer em breve com o Instagram.

Por isso é matematicamente impossível manter-se numa posição destaque no Facebook sem fazer anúncios. “Cada vez mais tem gente postando sobre o seu negócio nas mídias sociais, assim, é impossível que todos se destaquem de forma orgânica. Que continuar chegando às pessoas? Invista, aprenda a investir. Não é gastar dinheiro, é investir. É colocar dinheiro e ter retorno”, orienta.

Franquia home based: como preparar a campanha para seu cliente

Compreendida a necessidade de investir, agora é necessário ficar o processo de preparação de campanha. Larrossa falou sobre a importância das franquias home based entenderem o que seus clientes vendem, como se fizessem parte da empresa, para na sequência conseguir “entrar” na cabeça do consumidor final. Enfim, é preciso buscar se colocar no lugar dos dois, para montar uma boa campanha. Dessa forma, é fundamental buscar tudo sobre o cliente e o seu produto/serviço.

Para isso, vale a pena experimentar o produto ou serviço, visitar pessoalmente o negócio e compreender como funciona todo o processo de produção e trabalho. Faça reuniões focadas com o cliente e pergunte tudo sobre o público-alvo. Larossa deu a dica de criar um questionário para estabelecer quem é o público final das campanhas e enviar para que o cliente responda. As respostas permitirão utilizar a segmentação certa no anúncio, como faixa-etária, estado civil e como o cliente em potencial pensa. Embora muitas vezes o empresário não saiba claramente quem é o público-alvo dele, uma boa atuação da agência de marketing digital pode ajudá-lo.

Convenção Anual da franquia home based marcou o Onda Azul Guia-se 2018

É a hora de criar anúncios: o que o meu cliente quer?

Chegou a hora de criar o anúncio, mas, você sabe o que ou seu cliente realmente deseja? É vender um produto/serviço, criar contatos ou trabalhar o branding (melhorar o posicionamento da marca no mercado)? São três possibilidades que tem caminhos diferentes. É preciso ter em mente que é preciso direcionar corretamente o seguidor, de acordo com o objetivo. Após ele clicar no anúncio, poderá ser direcionado para uma Lading Page (página de captura), que serve para capturar contatos telefônicos, e-mails, etc. Ou para o WhatsApp, onde o processo é mais rápido e simples, tornando-se uma excelente ferramenta de vendas. Também para o Messenger e ferramenta de Chatboot; ou então para a página de vendas. Todos devem estar alinhados à posposta do anúncio nas redes sociais.

Na Lading Page, por exemplo, o conteúdo deve ser condizente com a informação de anúncio. Sendo assim, o formulário deve ser o mais visível possível, assim como o carregamento da página deve ocorrer de forma rápida. Caso contrário, a pessoa não terá paciência para aguardar, sairá da página. E você terá gasto para ela clicar no anúncio, porém, sem conversão. Já na páginas de venda, é importantíssimo ter o chat no site para, através deste contato, compreender as objeções do cliente final. Se está vendendo algo, no check out é fundamental que o comprador possa compreender as opções de pagamento e outros aspectos. Lembre-se: toda venda é emocional, por isso, se a pessoa tiver tempo para pensar, há a possibilidade de ela sair da página.

Processo de vendas impacta na campanha

Por fim, pergunte ao cliente como funcionará o processo interno de vendas. Segundo Larrossa, os membros da franquia home based precisam ajudar seus clientes a entenderem que o retorno rápido é muito importante para o bom resultado das campanhas. Se o cliente deixar para responder um contato no dia seguinte, certamente o potencial interessado já terá esquecido. Consequentemente, o empreendedor interpretará de forma equivocada que a campanha não está funcionando. Mas o problema, na realidade, está no retorno no lead.

Não deixe de avaliar os resultados

Ainda durante a Convenção da franquia de marketing digital, Larrossa orientou sobre a importância de avaliar os resultados das campanhas. Por isso, pelo menos uma vez por semana a equipe deve se reunir e analisar os resultados de quanto está custando cada lead. É fundamental ainda alinhar a expectativa do cliente e saber o valor que ele pretende investir por mês em campanhas e quanto está disposto a pagar por lead.

É preciso também saber ter paciência, mas sempre manter o ritmo no processo de criação de conteúdo. Afinal, entre o cliente final seguir a página até, de fato, realizar uma compra, pode levar certo tempo. Vale a pena lembrar que isso é um funil de vendas e você deve ajudar o cliente a entender isso.

Na hora de fazer o anúncio, não esqueça de pedir para o usuário faça algo (Call to Action). Pode ser um “marque um amigo”, “deixe o telefone” e/ou “baixe um e-book”. “É importante sempre testar vários tipos de anúncio. Teste, teste, teste! Mas inicio o teste sempre com um valor pequeno. Conheça o seu público primeiro, depois pode investir mais”, diz Larrossa. “E seja estratégico. Não patrocine todos os seus posts, antes avalia qual teve melhor desempenho de forma orgânica.”

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Vendas Complexas foi assunto na Convenção da franquia home based

Vendas Complexas foi assunto na Convenção da franquia home based

Conteúdo foi ministrado pelo especialista Alexandre Sita para franqueados, empreendedores e profissionais liberais

Vendas Complexas foi o tema da palestra ministrada pelo especialista Alexandre Sita durante a edição 2018 da Convenção Anual da franquia home based Guia-se. O encontro de membros da microfranquia, empreendedores e profissionais liberais, que também marcou o movimento Onda Azul Guia-se 2018, ocorreu de 4 a 5 de outubro, em Indaiatuba/SP.

Na ocasião, Sita falou da complexidade que algumas vendas podem gerar e de que formas os obstáculos podem ser superados. “É fato que, na hora de prospectar clientes, muitos já estão dispostos a comprar. Mas há ainda os indecisos. Isso ocorre, na maioria das vezes, porque o cliente tem várias preocupações durante o ciclo de compra”, explicou.

As preocupações do consumidor no ciclo de compras começam com a necessidade do produto ou serviço. “Nesta fase, o cliente começa a procurar o produto e já tem uma ideia sobre o que quer”, apontou Sita. A segunda preocupação é o preço. “O consumidor tem uma noção do preço e um limite para gastar, por isso o produto tem de estar próximo a esse valor”, observou. A terceira preocupação é a solução do problema. “O consumidor encontrou o que procurava, estava dentro da faixa de preço, mas ele ainda precisa ter certeza se todas as variáveis são atendidas”, explicou. Por fim, a última preocupação é o risco, quando o cliente avalia tudo o que pode dar errado no momento da compra, pois não quer ter que voltar atrás.

O palestrante ensinou ainda que, durante a venda, a única forma de saber em que estágio de preocupação o cliente está é perguntando. “Quando você descobre o estágio do cliente, você vai preparado e sabe o tipo de atendimento que tem que dar para ele. A chave do seu sucesso não está nas suas respostas, mas sim nas suas perguntas. Não pode ter vergonha de perguntar para entender o que o cliente quer”, salientou Sita.

É preciso se posicionar na hora de vender

Você também precisa se posicionar sobre qual será seu perfil nesse processo de venda. “É precisa saber quem você quer ser, quem não quer, para quem você deseja vender e quem você não quer”, apontou. É importante  entender que a chance de ganhar dinheiro é possível em qualquer nicho, entretanto, é fundamental entender onde você consegue ter mais sucesso.”

Por isso, a dica do especialista em vendas é: escolha o seu posicionamento. Ele pode ser por tipo de serviço, ticket médio, linha de produto, receita por hora ou então por segmento e/ou tamanho da empresa.

Capacitação para membros da franquia home based Guia-se ocorreu nos dias 4 e 5 de outubro

Franquia home based: princípios básicos da prospecção

Ainda na Convenção da franquia home based, Sita abordou princípios básicos durante a prospecção de clientes. “É fundamental, antes de tudo, pesquisar sobre a empresa. Você precisa compreender o negócio do cliente. E partir daí, é importante apresentar um caso de sucesso para encaixar esta história na necessidade do cliente. Entenda ainda qual é o ‘problema’ enfrentado por ele”, enfatizou. Lembre-se: sem dor, não há mudança. O vendedor precisa identificar o motivo que o levará a contratá-lo.

Ainda durante a prospecção de clientes, defina quanto pretende ganhar. Por isso, monte sua relação de prospects, crie um bom argumento e agende sua reunião. “Em busca de conquistar o cliente, outra dica é oferecer algo antes de pedir, quem sabe uma cortesia”, ensinou. Também apure o quanto quer lucrar e quais são suas despesas fixas. Busque ainda saber o percentual de despesa variável. Assim, poderá definir os serviços que precisa vender, quantos negócios precisa fechar, bem como quantos clientes precisa atender.

Sita ressaltou ainda que na prospecção via telefone não é hora de vender, muito menos passar preço. Mas sim agendar uma reunião. Ele ainda finaliza: “Não precisa ser bom negociador para vender mais. É preciso saber quem é seu público e fazer um bom meio de campo. O grande desafio é melhorar a taxa de conversão”, diz.

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Rafael Rez fala sobre otimização e conversão em evento da Guia-se

Rafael Rez fala sobre otimização e conversão em evento da Guia-se

Tema foi debatido durante Convenção Anual da franquia de marketing digital

Membros da franquia de marketing digital Guia-se, empreendedores e profissionais liberais tiveram a oportunidade de aprender um pouco mais sobre otimização e conversão. A capacitação ocorreu com a palestra ministrada pelo especialista Rafael Rez, na 6ª Convenção Anual de Franqueados. O encontro na sede da microfranquia, em Indaiatuba/SP, ocorreu de 4 a 5 de outubro, durante o Onda Azul Guia-se 2018.

Rez abriu o evento da franquia home based salientando a necessidade de inovar e  focar na otimização do processo de vendas e, assim, sugerir a melhor estratégia de marketing digital para o cliente. “Muito fala-se do Inbound Marketing, mas tudo que está no auge tem como tendência de saturar e parar de funcionar. Até porque o próprio Google só tem 10 posições de destaque no ranqueamento, e tudo mundo quer estar lá”, explica.

É preciso entender o que pensa o cliente

Sendo assim, é preciso otimizar o processo de vendas e buscar entender o que passa na cabeça do cliente final. Nesse momento, é importante discutir o comportamento e a decisão de compra, para depois auxiliar os empreendedores. A partir daí, segundo Rez, será possível sugerir a melhor estratégia de atuação. E a próxima etapa seria a otimização da venda. Até dois anos atrás, o foco era na otimização da conversão da página de vendas. Mas, atualmente, otimiza-se o processo de conversão, desde o primeiro contato com o cliente até o fechamento da venda.

Durante a Convenção da franquia de marketing digital, Rafael Rez lembrou de três aspectos fundamentais que levam as pessoas comprarem:

Problema  – Você tem um problema, precisa resolvê-lo, mas não tem tempo hábil para isso. Por isso tem que tomar a decisão de compra de forma mais rápida e menos seletiva;

Necessidade – Você precisa de bem ou serviço e, com mais tempo busca a melhor opção. Como a escolha de um provedor de internet, por exemplo.

Desejo – Vender para o desejo é muito mais apelativo, pois mexe-se com o sentimento das pessoas, que têm o desejo de vestir-se bem, de ter um bom carro, etc.

Um dos segredos da otimização está em focar no benefício do venefício. A ideia não é falar sobre o atributo ou benefício do produto, mas sim em benefício do benefício. Ou seja, o que o cliente do seu cliente ganhará com certo produto. “A maioria das pessoas gostam de sentir bem e mais atraente. Você compra xampu mais caro para ter o cabelo limpo ou brilhante como da Gisele Bundchen?”, diz Rez. “Compra um carro porque é um meio de transporte ou para ter status? Isso é o benefício do benefício, a a propaganda que comunica de forma subliminar.”

Convenção da franquia de marketing digital reuniu franqueados da Guia-se

Técnicas de projeção no evento da franquia de marketing digital

Técnicas de projeção também são essenciais para uma comunicação persuasiva na hora de vender. A maioria das pessoas compra mais por conta do medo do que por desejo. Ou seja, mais para evitar o que não quer, do que para ter o que quer. Não é a toa que as propagandas abordam algo que você não quer, por exemplo: “não tenha mais problema com isso”.

Também é possível aproveitar os estímulos do neurônios-espelhos e utilizar como ferramenta de vendas. Esse neurônio permite que a pessoa espelhe o comportamento do grupo. “Já viram aqueles vídeos ondem uma pessoa começa a rir no trem e, em seguida, os demais passageiros dão risada também? Quando a gente houve uma história, ela ativa nossos neurônios espelhos. Sendo assim, é possível utilizar palavras que criem filmes mentais e ative o sistema emocional, gravando uma mensagem na cabeça do cliente”, explica Rez. “Essa técnica nos faz decidir a compra pela emoção, e é muito utilizada pela Coca-Cola.”

Outras duas boas técnicas são a função do Copyright, cuja comunicação persuasiva tem o objetivo de fazer com que o cliente tenha a sensação de que pode ter aquele produto, como a Polishop faz. E a sensação do “tudo voltará a ser como sempre foi”, que vende muito bem. Afinal, o ser humano gosta da estabilidade.

Os 6 princípios básicos de persuasão

Para colaborar ainda mais no processo de otimização e conversão de vendas, Rez apresentou aos membro da franquia de marketing digital os 6 Princípios de persuasão do psicólogo Robert Cialdini. São conceitos que trouxeram resultados ainda mais expressivos para o marketing. Uma vez que, são o que há de mais completo em termos de influência e persuasão. Combinados, tendem funcionar com mais eficácia do que isoladamente. Confira:

Afinidade – As pessoas tendem a confiar e comprar produtos e serviços de quem elas gostam, que se comunicam como ela. Isso porque gera sensação conforto e segurança. Por isso a indicação funciona.

Autoridade – Culturalmente o ser humano está condicionado a acreditar que as autoridades detêm conhecimento e poder. Por isso é maior a probabilidade de seguir uma figura de autoridade, alguém que entende do assunto e recomenda.

Coerência e compromisso – Nas empresas ambos os fatores são ainda mais importantes. As pessoas tendem a acreditar em você depois de já ter realizado a compra. E tendem a ser coerentes com o compromisso assumido. Como, por exemplo, com a reserva de um restaurante.

Escassez – Automaticamente, pessoas têm a tendência de buscar por coisas que são caras ou mais comuns. Nós queremos o que não podemos ter e temos aversão a perda. Quem nunca ouviu: últimas unidades, só amanhã? Mas a dica é se manter honesto com a sua escassez, pois não demora muito para as pessoas descobrirem a sua mentira e desacreditarem da sua oferta.

Prova social – As pessoas costumam ver o que todo mundo está fazendo, somente depois faz algo igual. Isso é instintivo e acontece por pura herança genética – 95% das pessoas são imitadoras, ou seja, seguem o comportamento de manada.

Reciprocidade – Já ouviu o ditado “pagar na mesma moeda”? As pessoas estão condicionadas a essa troca. No seu negócio, você pode oferecer algo de valor para o cliente, para que futuramente ele se sinta no dever de retribuir. Como? Talvez comprando o seu produto, contratando serviços ou, pelo, no mínimo, indicando sua empresa para outras pessoas.

Como realizar a estrutura básica de copywriting

Ainda no evento da microfranquia, Rez apresentou aos presentes os princípios da estrutura básica de do Copywriting para a comunicação persuasiva. É preciso escrever menos e informar cada vez mais. Defina benefício, oferta e categoria. “Tem que chamar atenção para o problema do cliente, desenvolver o interesse dele contando uma história sem contar o segredo e, por fim, criar desejo dizendo que o cliente também pode”, ressalta. “Finalize com a ação, como, por exemplo, o botão para a página de vendas.”

A estrutura de Copywriting consiste em: algo que a pessoa quer muito, outra que ela não quer e um “inimigo” comum. Exemplo: “aprenda duas vezes mais rápido para não ficar para trás no vestibular, sem precisar estudar horas a fio”. Eu quero: aprender mais rápido; não quero: ficar para trás; e o inimigo comum: é ter que estudar horas.

Rez finaliza. “Ajude as pessoas a contar a si mesmas uma história plausível sobre o seu produto/serviço. Isso converte!”.

Estratégias em vídeos para vender mais é tema de capacitação

Estratégias em vídeos para vender mais é tema de capacitação

Camilo Coutinho, especialista da Double Play Media, aborda tema na Convenção Anual da franquia home based Guia-se 

Aumentar as vendas do seu negócio online, utilizando-se de estratégias em vídeos no marketing digital. Esse foi o tema proposto pelo CEO da Double Play Media, Camilo Coutinho, na 6ª Convenção Anual da franquia home based Guia-se Negócios pela Internet. O encontro entre membros das franquias de sucesso, empreendedores e profissionais liberais ocorreu nos dias 4 e 5 outubro, em Indaiatuba/SP, durante o Onda Azul Guia-se 2018 .

Na ocasião, Coutinho falou aos membros da microfranquia e demais empreendedores sobre a importância de investir em conteúdo audiovisual para alavancar as vendas através das mídias sociais. Segundo o especialista, a produção de material em vídeo, com conteúdo ativo focado em venda, ainda é pouco explorado por empresas no Brasil. “Mas é muito consumido pelos clientes. E, porque? Porque com os vídeos temos a sensação que aprendemos mais e com maior rapidez”, comenta. “Por isso os vídeos com bom conteúdo são um ótimo funil de vendas.”

Um bom vídeo é um vendedor 24h

Coutinho comenta que muitos empresários colocam como barreira o valor para a produção dos vídeos. “Não é caro fazer vídeo, é um investimento que se pode começar gradativamente”, argumenta. “É só pensar: quanto custa para ter um vendedor na sua empresa? Os vídeos, na internet, são como vendedores perpétuos. Ainda mais, se é um bom vídeo, ele vende para você 24h por dia. Mas, vídeos mais ou menos, assim como vendedores mais ou menos, não vendem bem.”

Por este motivo, é preciso estratégia estratégias bem definidas, planejamento na produção e investimento. Antes de “comprar uma câmera” é preciso compreender qual é o objetivo de venda do vídeo, quem é a sua audiência e qual conteúdo é relevante para este público-alvo. “É trabalhoso, por isso é importante investir em estudos, aprender processos, analisar a concorrência e ter consistência na produção e postagem. Depois de publicado, mensurar a conversão, através do Analytics”, enfatiza. “No Instagram as melhores conversões acontecem no primeiro meio segundo do vídeo, nos quais a pessoa decide se vai assistir ou não. Provavelmente, se o seu vídeo não for atrativo nos primeiros de 6 a 10 segundos, o internauta perderá o interesse e irá sair.”

Palestra foi destinada aos membros da franquia home based Guia-se, além de empreendedores e profissionais liberais

Franquia home based: mas por onde começar?

“Pense grande e comece pequeno”. Foi assim que Coutinho orientou os membros da franquia home based Guia-se e demais empreendedores a iniciarem suas produções em vídeo, seja para clientes ou para seus próprios negócios. A dica, segundo o especialista, é começar a trabalhar conteúdos em plataformas que atualmente já tem certa conversão. Em primeiro lugar, tente um simples conteúdo no Instagram Stories, gravado pelo celular, já faz a diferença. Entretanto, antes de gravar, é necessário ter um roteiro. Isso é o básico dos vídeos: pense antes o que vai falar no começo, meio e fim.

A partir daí, você já pode apostar numa live na rede social de sua empresa. Neste caso, você necessitará de uma boa iluminação e, mais do que isso, que esteja preparado para todo tipo de questionamentos. Segundo Coutinho, as lives costumam gerar grande interação com quem acessa e relacionamento pode gerar boas vendas.

Vídeos: foque no conteúdo

E por fim, você pode gravar vídeos de seus produtos e serviços. Consequentemente, necessitará de uma estrutura melhor em câmera, roteiro e edição. Segundo Coutinho, é fundamental ainda produzir conteúdo relevante, que seja direto e prático. “Tente ajudar pessoas a resolver seus problemas. Vídeo não pode ser só comercial”, orienta. “Identifique e entenda o que as pessoas que compraram produtos e serviços semelhantes estão buscando e crie vídeo para atendê-los.”

Pense ainda em diferentes formatos (horizontal, vertical, diferentes redes sociais) e com que frequência ele será disponibilizado ao seu público. “Ao postar, pense nas palavras-chave que as pessoas digitarão para encontrá-lo. Entenda o fluxo do seu cliente e planeje com inteligência o título do conteúdo”, lembra. “Existe uma série de redes que você pode estar, mas você não precisa estar em todos. Precisa estar onde sua audiência está. Se lida com moda, publique  no Instagram. Se é de negócios, faça vídeo pro LinkedIn. Certamente, terá êxito.”

Finalmente, Coutinho lembra: “Resultados não são visualizações, resultados são os negócios que acontece por causa das visualizações!”

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Evento da franquia home based tem participação de 850 empreendedores

Evento da franquia home based tem participação de 850 empreendedores

Semana do marketing digital ofereceu webinários gratuitos para membros da franquia home based e demais empresários

A Semana do Marketing Digital, promovida pela franquia home based Guia-se, foi um verdadeiro sucesso. Mais de 850 pessoas assistiram aos webinários gratuitos, realizados diariamente, entre 17 e 21 de setembro. O evento on-line foi oferecido tanto para membros da microfranquia quanto para empreendedores que buscam conhecimento sobre marketing digital. Sendo assim, coube ao CEO da franquia online, José Rubens Oliva Rodrigues, a aplicação de todo o conteúdo.

Diversos assuntos relacionados ao marketing digital foram debatidos durante o evento. Na primeira palestra, por exemplo, o CEO da franquia home based abordou os temas: “Como lucrar mais – Alta Performance Digital” e “Inbound Marketing – O que é isso”. No segundo dia, José Rubens debateu sobre “Para quem? Quem é o seu cliente” e “Vamos arrumar a casa  – Site, landing page e e-commerce.

A Semana do Marketing Digital da franquia home based prosseguiu por mais três dias. No terceiro encontro virtual, os webinários foram sobre “Como atrair tráfego e tráfego de qualidade! – Google, Facebook, Instagram e portais segmentados” e “E-mail marketing – O e-mail marketing não morreu – spam sim”. Os inscritos aprenderam ainda, no penúltimo dia de webinário, sobre “CRM – A importância de gerenciar leads” e “Automação – A arte de fazer mais por menos”. Para finalizar, o último dia de evento on-line teve como tema “Os pontos do marketing digital – A metodologia que fará a diferença no seu projeto digital” e “Como escolher a sua agência digital! – Parceria estratégica de sucesso”.

Clique AQUI e acesse todo o conteúdo dos webinares da Semana do Marketing Digital.

CEO da franquia home based, José Rubens trouxe nos webinários sua experiência a frente da Guia-se

CEO da franquia home based trouxe toda a sua experiência de mercado

O CEO da franquia home based Guia-se, José Rubens Oliva Rodrigues, trouxe para o evento seu vasto conhecimento em marketing digital e empreendedorismo, sendo mais de 20 anos a frente da microfranquia. “Foi um evento muito importante e enriquecedor, tanto para membros da franquia quanto para empreendedores. Uma oportunidade de conhecer mais a fundo estratégias e ferramentas para alcançar resultados expressivos com o marketing digital. Dessa forma, os empreendedores tiveram contato com conteúdo exclusivo, que com certeza será fundamental para auxiliá-los em seu dia a dia”, salienta José Rubens.

Formado em Administração de Empresas desde 2003, José Rubens é especialista em Gestão de Força de Vendas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi na mesma fundação que concluiu MBA em Gestão de Estratégias de Negócios. Posteriormente, também na FGV, fez o seu pós-MBA em Negociação Empresarial.

O CEO da franquia home based é também certificado internacionalmente em Executive Coaching. Dessa forma, já treinou mais de 400 empresários e empreendedores. Foi assim que o possibilitou tornar-se palestrante em marketing digital e vendas. O mesmo assunto também é aplicado em suas aulas, quando atua como professor de MBA. No marketing digital desde 1997, é apaixonado” por links patrocinados, SEO, mídias sociais, automação de marketing e vendas. O gosto e experiência no segmento fez com que escrevesse o livro “Checklist Minha Franquia.

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Franquia de marketing digital: Design de sites foi tema de palestra na Convenção da Guia-se

Franquia de marketing digital: Design de sites foi tema de palestra na Convenção da Guia-se

Daniel Furtado fala sobre a importância de entender a necessidade do cliente para desenvolver um bom produto

A franquia de marketing digital Guia-se Negócios pela Internet recebeu no terceiro dia de sua Convenção Anual de 2017, a presença do parceiro Daniel Furtado. Ele ministrou a palestra sobre “UX (user experience) não é frescura” e abordou a questão de design de sites. Parceiros e franqueados da franquia virtual marcaram presença na 7ª da Convenção Anual de Franqueados Guia-se. O evento foi promovido de 4 a 6 de outubro, em Indaiatuba-SP, cidade onde fica localizada a sede da microfranquia.

Furtado abriu sua apresentação no evento da franquia de marketing digita falando sobre a importância de desenvolver um produto que coloque as necessidades do cliente final como foco principal. Para ele, um bom design não consiste em deixar tudo bonito na tela do computador do profissional. Mas sim fazer com que tudo fique perfeito no aparelho dos usuários.

Não basta fazer um site que agrade a si mesmo, é preciso estar de acordo com o que o cliente realmente precisa. “Temos que conhecer os usuários a fundo para levar em conta quais são suas limitações, para uma abordagem de design que prioriza a pessoa que usa seu produto ou serviço e não você mesmo”, enfatiza o parceiro da microfranquia. “Para entender o ponto de vista de outra pessoa é preciso usar a empatia. Sentir o que o usuário sente e enxergar o problema com outro ponto de vista. Mude a sua perspectiva.”

Franquia de marketing digital: um produto que seja funcional

O parceiro da franquia de marketing digital Guia-se salienta que a ideia é desenvolver algo que seja funcional, onde o consumidor tenha facilidade para comprar. “O design deve ser centrado no usuário. O site não é feito para o dono do negócio gostar, mas sim para o cliente dele. Ao desenvolver, devemos pensar no que vai fazer o cliente comprar”, diz. “Lembre-se que o foco não é projetar a experiência das pessoas, mas sim PARA a experiência das pessoas, para dar suporte às experiências. Afinal, as experiências são íntimas. Cada um reage de um jeito.”

Ainda durante apresentação aos franqueados Guia-se, Furtado deu dicas para desenvolver um produto que traga resultados positivos na hora de vender. Segundo ele, é importante entender que o ambiente de venda na internet é diferente de uma loja física. Nem tudo na loja virtual se compra por impulso. “É como um Gatorade. Quando você está numa farmácia e vê ele na prateleira, você pode comprá-lo pelo impulso da sede”, exemplifica. “Em uma loja  virtual de uma farmácia, dificilmente este mesmo impulso o fará comprar um Gatorade.”

Para projetar um bom produto ou serviço, é preciso ainda criar sites de fácil navegação, que não atrapalhem a experiência do usuário. “Deixe os controles como “baixar” e “comprar”, claros. Remova os obstáculos para as ações, como ter que preencher 10 campos para poder baixar um e-book. A pessoa desiste”, explica. “Por outro lado, alguns obstáculos são positivos, como pedir o CPF para finalizar uma compra. Isso dá a confiabilidade que a loja virtual é séria.”

Outras ações que dão confiabilidade a uma página são mostrar o feedback de outros usuários. “Dar segurança é fundamental. A pessoa quer saber que mesmo já no final do processo, lá no carrinho, ela pode desistir. deixar um aviso claro sobre essa possibilidade da desistência faz o internauta comprar mais tranquilo”, exemplifica. “Entregue ainda surpresas boas. De vez em quando dê mimos, como um cupom de desconto. Mas não faça isso sempre.”